PRESO EM FLAGRANTE DELITO ASSASSINO DO GERENTE DE LANCHONETE EM PARAUAPEBAS MAURÍLIO GOMES

Clevilson Silva,"Audácia Clevison Silva"
Foto:Caetano Silva)
Por Juno Brasil - A Polícia Militar (PM), de Parauapebas (Pa) prendeu o segurança particular Clevilson Batista da Silva, 30 anos, em flagrante delito, suspeito de ter cometido o crime de latrocínio, contra o gerente de uma lanchonete, Maurílio dos Santos Gomes, 33 anos. Embora negue a autoria do latrocínio, todas as provas contra Audácia Clevison Silva, como se intitula no Facebook, são contundentes de que, ele seja mesmo o autor dessa monstruosidade.
Maurílio Gomes em vida
(Foto: Reprodução Facebook)

Corpo de Maurílio Gomes encontrado no local do
crime pelo delegado  PC Nelson Júnior e equipe
A vítima estava desaparecida desde a noite da última sexta-feira (01), mas através da prisão do acusado, na madrugada do último sábado (02), com a posse da moto Honda Bross, placa NND-1640 e um celular pertencentes ao Maurílio Gomes e a partir de investigações da Polícia Civil de Parauapebas em parceria com a PM, o cadáver do gerente desaparecido foi encontrado, em estado de decomposição, na manhã de domingo (03), dentro da casa de Clevilson Silva.
Segundo informações do delegado Nelson Alves Júnior, a vítima saíra do trabalho, por volta das 17 horas, de sexta-feira (01) e a família de Maurílio Gomes estranhou a demora de ele chegar a sua casa, pois o mesmo tinha o hábito de sair do trabalho direto para casa, quando passaram a telefonar para Gomes, mas quem atendia as ligações era outra pessoa. Desconfiados de um possível sequestro foram à 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, onde fizeram o Boletim de Ocorrência e forneceram o número do celular e o do registro do aparelho.
“A partir do número do celular e do registro do aparelho iniciamos um trabalho de rastreamento, porém ainda na madrugada de sábado, a Polícia Militar encontrou a moto da vítima, em frente a um bar, localizado no Bairro da Paz, onde detiveram Clevilson Silva, que estava com a posse da motocicleta e também do aparelho celular de Maurílio Gomes”, detalha o delegado Nelson, acrescentando que, com a detenção do acusado em flagrante da posse dos objetos pertencentes da vítima, os policiais questionaram sobre a localização de sua residência, mas Silva os levou a um endereço inconveniente. Em seguida foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil e autuado em flagrante delito por posse dos objetos da vítima.
Os policiais militares depois de apresentar o preso na Delegacia, encontraram um molho de chaves no assoalho do carro, que havia sido dispensado pelo acusado, retornaram e entregou as chaves ao delegado.
Durante a lavratura do inquérito policial, Clevilson Silva alegara que comprara a motocicleta e o celular pelo valor de R$500, de uma pessoa desconhecida. De posse do aparelho celular da vítima, o delegado Nelson ficou com ele ligado aguardando alguma ligação, que pudesse desvendar o sequestro de Maurílio Gomes, quando ainda na manhã de domingo atendera uma ligação de uma amiga do suspeito e: “Eu falei para essa amiga do Clevilson, que ele estava preso por embriagues e perguntei pelo endereço dele. E ela prontamente me passou o endereço do preso, situado na Rua K2, Quadra 25, Bairro Cidade Jardim”, relata Nelson Júnior, acrescentando que, em seguida fez uma diligência à residência de Silva, onde entraram e encontraram o corpo da vítima em estado de decomposição, apresentando vários sinais de ferimentos causados por arma branca. Imediatamente o delegado comunicou o fato à família da vítima e solicitou a remoção do corpo ao Instituto Médico Legal (IML) Renato Chaves, para a realização da perícia criminal.
Ainda segundo o delegado, mesmo em desfrute dos objetos e do cadáver de Gomes ter sido encontrado na casa de Clevilson Silva, ele continua negando a autoria do crime.
“Ele nega a autoria do delito alegando ter comprado a moto e o celular. E que não sabe nada a respeito do cadáver ter sido encontrado em seu quarto. Não colabora nem um pouco com as investigações, parecendo ser uma pessoa muito insensível”, comenta o delegado, detalhando que explicara ao acusado que sua confissão poderia ser um atenuante ao seu favor, mas que ele prefere continuar alegando inocência.
Nelson Júnior adianta que as investigações policiais continuam, para poder descobrir o modo em que foi cometido o crime e se a vítima tinha ligações com o acusado, mas que a partir das provas encontradas com Silva, já se tem elementos suficientes para a lavratura do auto de flagrante delito, que em seguida foi levado ao IML para o exame de corpo delito e  transferindo para a cadeia pública do Bairro Rio Verde, onde irá responder pelo crime de latrocínio.
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